GT e SPG de Teoria Social da ANPOCS

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Convidamos @s pesquisador@s interessad@s a conhecer a proposta e a enviar trabalhos para o GT e SPG da ANPOCS de Teoria Social.

Lembramos que o prazo para submissão de resumos é 10 de abril.

GT32 – Teoria social: agendas, desafios e perspectivas

Coordenação: Sergio Barreira de Faria Tavolaro (UnB) e Gabriel Peters (UFBA)

O objetivo do Grupo de Trabalho Teoria Social: agendas, desafios e perspectivas é abrir espaço para trabalhos que se proponham realizar balanços retrospectivos assim como debates prospectivos sobre quais os novos temas, desafios e perspectivas postos para a agenda da teoria social contemporânea. Nesse sentido, além de esforços de avaliação do que já foi realizado nos últimos anos, nosso objetivo envolve também refletir sobre agendas futuras que se podem discernir no seio da teoria social. Almeja-se debater com a comunidade acadêmica quais temáticas, linhas, correntes, autores e problemas ocupam e/ou poderão vir a ocupar lugar central na pesquisa e na produção teórica contemporâneas. Queremos estimular uma reflexão mais aguda tanto sobre as tarefas e a natureza da teoria social, quanto da ontologia do presente. Se conseguirmos acompanhar as inovações conceituais na fronteira das ciências sociais, sacudir as teorias sociais e repensar a ontologia do presente a partir de novas abordagens, teremos cumprido a nossa tarefa de relacionar mudança teórica e mudança social.

SPG6 – Composições e antagonismos na teoria social contemporânea

Coordenação: Diogo Silva Correa (UERJ) e Rodrigo Cantu de Souza (UNILA)

Este SPG tem por escopo oferecer um ambiente para o debate da Teoria Social desenvolvida em nosso país, priorizando três critérios: a pluralidade, a originalidade e a qualidade. Uma vez que há uma incapacidade de qualquer uma das propostas teóricas contemporâneas de assumir uma posição soberana, procuraremos dar espaço à multiplicidade de composições e antagonismos que emergem deste contexto pluralista e não hegemonista. Nossa perspectiva, porém, não visa apenas a exploração de questões atinentes à Teoria Social (tais como reflexões acerca da natureza da ação, da ordem social ou das oposições como sociedade X indivíduo e agência X estrutura, por exemplo), mas está igualmente aberta para as questões ligadas à Teoria Sociológica, tais como aquelas que dizem respeito às rupturas e efeitos produzidos pela modernidade. Esse segundo ponto inclui todos os debates contemporâneos em torno dos “Studies” (culturais, pós-coloniais, de gênero, queer, entre outros), “Turns” (as viradas linguística, interpretativa, ontológica, afetiva, etc) e, mais recentemente, da crise ecológica e da entrada no antropoceno. Questões essas que cada vez mais clamam pela necessidade de um arcabouço teórico-conceitual transnacional e transdisciplinar capaz de embaçar as fronteiras que até então eram tidas por óbvias e evidentes. A ideia de composições e antagonismos na Teoria Social procura levar a sério os desafios exigidos pela prática teórica de um pensamento imerso em um mundo hipercomplexo e plural.

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